Contribuindo somente com a Previdência Social, a maior renda que um trabalhador poderá obter na época da aposentadoria, não chegará a dez salários mínimos, incorrendo no risco de perda de qualidade de vida. Ou seja, trata-se de uma situação em que o futuro gera intranqüilidade no presente.
O sistema social oficial foi criado para suprir as necessidades básicas dos contribuintes, sem levar em conta o padrão de vida de cada pessoa. A administração dos recursos da Previdência Social é feita sob o Regime de Repartição, significando que trabalhadores ativos contribuem para que inativos (aposentados) recebam sua aposentadoria. O equilíbrio estaria em cinco trabalhadores contribuindo para cada aposentado; porém, existe uma grande defasagem nessa relação e, mantendo-se o ritmo atual, em breve, teremos menos de um contribuinte para cada aposentado.
Uma das maneiras mais eficientes para que o trabalhador de hoje garanta uma renda compatível com suas necessidades financeiras futuras é a previdência privada. Nela, os recursos aplicados são administrados conforme o regime financeiro de capitalização, ou seja, a contribuição de cada participante é individualizada e aplicada no mercado em seu nome, corrigida e capitalizada conforme regras pré-definidas e conhecidas no ato da contratação do plano.
A previdência privada complementa a previdência pública e assegura aos participantes a manutenção de seu padrão de vida, após a saída do mercado de trabalho, sem ter que se desfazer de seus bens ou depender de familiares.
Ao adotar um sistema de previdência privada, também as empresas têm muito a ganhar: