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06/01/2009 11:14 Bolsa pode manter ganhos com fluxo estrangeiro
06/01/2009 10:31 Dólar abre em baixa, negociado a R$ 2,188
06/01/2009 09:57 Petróleo supera US$ 50 com questão do gás da Rússia
06/01/2009 08:50 Bolsas na Europa sobem com ajuda de montadoras
06/01/2009 07:24 Bolsas asiáticas se mantêm em alta; Xangai avança 3%
06/01/2009 06:48 Bolsa de Tóquio sobe 0,4% com desvalorização do iene



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06/01/2009 11:14  Bolsa pode manter ganhos com fluxo estrangeiro

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) promete um início de pregão positivo, sustentado pela alta dos preços dos metais e do petróleo e das bolsas internacionais. Às 11h08, o índice Bovespa à vista operava em alta de 1,31% a 42.062 pontos. A expectativa entre os operadores é de que o apetite dos investidores estrangeiros por papéis brasileiros prossiga melhorando hoje, o que só será percebido com maior clareza após a abertura do pregão regular em Nova York (às 12h30).

Pelo comportamento das Bolsas norte-americanas, onde o Nasdaq subia quase 1% e o S&P 500 +0,63%, das bolsas europeias, que apresentam ganhos superiores a 1%, os operadores acreditam que o fluxo de capital externo em direção à Bovespa deve ter continuidade nesta terça-feira. Ontem, o Ibovespa subiu 3,17%, elevando para 10,57% o ganho acumulado nos dois primeiros pregões de 2009, amparada por um volume de negócios mais expressivo, de R$ 4,2 bilhões, puxada por compras de estrangeiros principalmente das blue chips Vale e Petrobras e do setor de siderurgia.

Hoje, os metais básicos são negociados em alta em Londres, retomando os ganhos da semana passada, que haviam sido interrompidos na véspera. A demanda por metais antes da revisão anual de índices de commodities continua sustentando os preços, ajudando os metais a ignorarem o fortalecimento do dólar, que atingiu uma máxima de três semanas. Com isso, as ações da Vale, que ontem subiram fortemente (PNA +6,87% e ON +5,44%) tendem a manter a recuperação. Às 11h11, Vale PNA valorizava 2,32% e Vale ON subia 1,68%. Petrobras PN ganhava 1,99% e ON, +2,20%.

No caso de Petrobras, os papéis devem sustentar os ganhos na esteira do petróleo, que é negociado levemente acima de US$ 50 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), alta de 2,56%, impulsionado pela percepção de que a redução no fluxo de gás natural da Rússia para a Europa pode aumentar a demanda por derivados de petróleo para aquecimento e geração de energia.

Apesar da recuperação apresentada pelo mercado acionário brasileiros nessa virada do ano, a melhora ainda está longe de ser consistente, e não esta descartada hoje uma realização de lucros que era esperada para ontem. Mas se tiver fluxo financeiro, a Bolsa deve absorver a realização como aconteceu no dia anterior.
























06/01/2009 10:31  Dólar abre em baixa, negociado a R$ 2,188

O dólar comercial iniciou as negociações hoje no mercado interbancário de câmbio cotado a R$ 2,22, baixa de 1,55% em relação ao final dos negócios ontem à tarde. Às 10h30, ampliava a queda a 2,97%, negociado a R$ 2,188. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar era negociado a R$ 2,1905, recuo de 2,83%, nos contratos de liquidação à vista.

A realocação de recursos dos fundos, típica de início de ano, dá fôlego a vários ativos no exterior. Ontem, pelo segundo pregão consecutivo, esse movimento amparou a alta do índice Bovespa, que soma valorização superior a 10% no ano, e respingou no câmbio, levando ao recuo do dólar, a despeito da alta que a moeda conseguiu no exterior. Esta manhã, a divisa dos EUA segue sua trajetória de fortalecimento frente ao euro e ao iene. Mas por aqui, tudo indica que a direção das cotações dependerá mais do apetite dos investidores estrangeiros em retomar as aplicações em Brasil, como ocorreu na última sexta-feira e ontem. E, a julgar pelas primeiras ordens dadas no mercado futuro, as entradas tendem a continuar, resultando em elevação do real.

Vale ressaltar que, no mercado à vista de câmbio, o volume de negócios tem sido pífio. O ritmo do comércio exterior e das entradas e saídas financeiras efetivas continua lento, ainda em decorrência do final do ano e das férias. Isso deixa, mais do que nunca, o mercado futuro livre para formar a taxa de câmbio. E não deve ser o noticiário a principal fonte a alimentar o vaivém dos negócios, embora no exterior saiam dados importantes.

A realocação de recursos está longe de sinalizar qualquer mudança nas avaliações para a economia de 2009, que fizeram 2008 encerrar de forma desanimadora. O movimento é necessário, faz parte da rotina dos fundos e traz fôlego aos negócios, mas tende a ser limitado pelas perspectivas e pela inequívoca redução da liquidez internacional.
























06/01/2009 09:57  Petróleo supera US$ 50 com questão do gás da Rússia

Os contratos futuros de petróleo superaram a marca de US$ 50 o barril nesta manhã, impulsionados pela visão de que a redução no fluxo de gás natural da Rússia para a Europa pode aumentar a demanda por derivados de petróleo para aquecimento e geração de energia.

O petróleo leve (tipo WTI) no pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) alcançou US$ 50,47 na máxima até as 9h50, o maior nível desde 15 de dezembro, enquanto o petróleo Brent atingiu US$ 51,86.

Às 9h55 (de Brasília), o petróleo WTI subia 2,77%, a US$ 50,16 por barril. Na plataforma ICE, o Brent avançava 4,01%, a US$ 51,61 o barril.

Países do sul e leste europeus viram cortes profundos nas importações de gás natural da Rússia hoje, depois que a empresa de energia OAO Gazprom reduziu a oferta que transita pela Ucrânia destinada para a Europa, em meio à disputa entre Rússia e Ucrânia.

"O fluxo de gás para o sul europeu está aparentemente piorando e uma solução precisa ser rapidamente encontrada, caso contrário veremos um impacto no petróleo, pois a perda de oferta de gás natural terá que ser substituída por óleo combustível, óleo para aquecimento e nafta", disse Olivier Jakob, diretor-gerente da consultoria suíça Petromatrix. As informações são da Dow Jones.
























06/01/2009 08:50  Bolsas na Europa sobem com ajuda de montadoras

As bolsas na Europa operam em alta nas primeiras horas de negócios nesta terça-feira, ajudadas pelo bom desempenho dos papéis de montadoras e farmacêuticas. Mas as persistentes preocupações com a perspectiva para a economia global e para os lucros corporativos pesam no humor dos investidores e contêm valorizações muito acentuadas.

Ontem, a Ford e a General Motors divulgaram queda forte nas vendas de veículos em dezembro, de 31,7% e 31,4%, respectivamente. Mas o declínio não foi tão ruim quanto analistas esperavam, o que abre espaço para uma valorização no setor hoje.

"Parece haver um pouco de confiança retornando", comentou Grant Williamson, da consultoria Hamilton Hindin Greene.

Às 8h45 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,77%, a Bolsa de Paris avançava 0,94% e a Bolsa de Frankfurt ganhava 1,25%. O futuro Nasdaq 100 avançava 0,71% e o S&P 500 tinha alta de 0,67%.

As ações da Daimler subiam 3,25% e as da Volkswagen, 6,6%. Porsche ganhava 1,2% após ter informado que irá aumentar sua participação na Volkswagen para 50,76%.

O setor farmacêutico também lidera os ganhos nas bolsas europeias, com a GlaxoSmithKline em alta de 2,13%, Sanofi-Aventis subindo 2,08% e AstraZeneca em avanço de 1,44%. A AstraZeneca informou ter entrado com pedido de aprovação na Europa para uma vacina contra gripe.

Em Londres, o setor de varejo era destaque e as ações do grupo de lojas de departamento Debenhams saltavam 28%, depois de ter divulgado declínio nas vendas em linha com as expectativas do mercado, de 3,5% nas 18 semanas até 3 de janeiro. O grupo disse estar ganhando fatia de mercado dos concorrentes em todas as categorias.

A operadora de lojas de roupas Next tinha alta de 6,4%, uma vez que a empresa manteve sua meta para o ano fiscal. As vendas de 29 de julho a 24 de dezembro de 2008 caíram 1,9% em relação a igual período do ano passado.

Já o setor bancário ia na contramão do mercado, com destaque para o Commerzbank (-1,83%), que informou estar avaliando a emissão de um bônus garantido pelo Estado. A decisão sobre quando e se o bônus será emitido, bem como o volume e o vencimento, ainda não foi tomada, disse a porta-voz Simone Fuchs. Hoje, o Financial Times Deutschland divulgou que o banco planeja emitir bônus garantidos pelo Estado com volume entre 1 bilhão de euros e 2 bilhões de euros (US$ 1,345 bilhão a US$ 2,69 bilhões) esta semana, segundo pessoas com conhecimento do assunto.

"Embora muitas ações tenham formado uma base de valorização significativa para o médio prazo, nós não buscaríamos um rali agressivamente. O risco de queda das ações continua elevado, especialmente quando a proibição na venda a descoberto de ações do setor financeiro acabar na próxima semana. Podemos comprar, mas de forma modesta", comentou J.Wong, analista da Investors Intelligence. As informações são da Dow Jones.
























06/01/2009 07:24  Bolsas asiáticas se mantêm em alta; Xangai avança 3%

Parte dos mercados da Ásia estendeu, nesta terça-feira, os ganhos verificados na véspera. Destaque para a China, que pautada por fatores internos, principalmente pela subida das ações de determinados setores, apresentou forte alta. A maioria das Bolsas da região ignorou os maus resultados de Wall Street, à exceção de Hong Kong e Filipinas.

Em Hong Kong, a Bolsa sucumbiu à pressão por realização de lucros, especialmente em ações de empresas peso pesado. A queda, contudo, foi contrabalanceada por compras rotativas no setor imobiliário. Com moderado volume de negociações, o Hang Seng perdeu 53,80 pontos, ou 0,4%, e terminou aos 15.509,51 pontos - nos dois últimos pregões, o índice acumulou alta de 8,2%.

Os fortes ganhos nas ações de empresas produtoras de carvão e em companhias do setor imobiliário ajudaram as Bolsas da China a fechar em grande elevação pelo segundo pregão consecutivo. O Xangai Composto subiu 3% e encerrou aos 1.937,15 pontos. Já o Shenzhen Composto ganhou 2,7% e terminou aos 586,33 pontos.

A valorização do dólar nos principais mercados internacionais levou o yuan a fechar em queda em relação à moeda norte-americana no final do pregão. No mercado de balcão, às 4h30 (de Brasília), a cotação de compra e venda do dólar era de 6,8382 yuans, acima do fechamento de segunda-feira, que foi de 6,8312 yuans.

A Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou em seu maior nível em quase dois meses, com compras rotativas de ações não-tecnológicas, enquanto os papéis tecnológicos apresentaram resultados mistos. Com bom volume de negociações, o Taiwan Weighted ganhou 0,6% e encerrou aos 4.727,26 pontos.

As ações de tecnologia ajudaram a puxar o principal índice da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, para o maior nível das últimas 11 semanas. No quarto dia seguido de alta, o índice Kospi subiu 1,8% e fechou aos 1.194,28 pontos.

Compras relacionadas ao mercado futuro levaram a Bolsa de Sydney, na Austrália, a uma alta de 1,5% no índice S&P/ASX 200, que encerrou aos 3.742,7 pontos.

Já a Bolsa de Manila, nas Filipinas, fechou em baixa devido à consolidação dos ganhos de ontem. O índice PSE, que havia terminado a segunda-feira com alta de 5,5%, encerrou com um recuo de 0,3%, aos 1.969,58 pontos. As informações são da Dow Jones
























06/01/2009 06:48  Bolsa de Tóquio sobe 0,4% com desvalorização do iene

A Bolsa de Tóquio fechou com ligeira alta, apoiada pela desvalorização do iene e pela expectativa de um plano de estímulo econômico de larga escala do futuro governo Obama. O índice Nikkei 225 avançou 37,72 pontos, ou 0,4%, para 9.080,84 pontos.

A cotação do dólar se estabilizou num patamar mais elevado durante o pregão, em 93 ienes, mas a alta das ações se enfraqueceu perto do fechamento, na medida em que os investidores realizavam os lucros obtidos na abertura. A desvalorização do iene propiciou um rali das ações de exportadoras, com destaque para as fabricantes de produtos eletrônicos. As informações são da Dow Jones.























   
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