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11/03/2010 13:51 Saldo externo na Bolsa é positivo em R$ 1,498 bi no mês
11/03/2010 11:40 Bolsas de NY abrem em baixa de olho na China
11/03/2010 11:33 Bovespa abre perto da estabilidade com dados da China
11/03/2010 10:19 Dólar comercial abre em baixa de 0,06%, a R$ 1,77
11/03/2010 07:53 Bolsas asiáticas fecham sem sinal definido
11/03/2010 07:34 Tóquio sobe 1% com tecnológicas; Vale influencia



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11/03/2010 13:51  Saldo externo na Bolsa é positivo em R$ 1,498 bi no mês

Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 1,498 bilhão na Bovespa em março, até a última terça-feira, dia 9. Naquele pregão, o saldo de capital externo na bolsa foi positivo em R$ 14,706 milhões, e o Ibovespa subiu 1,46%, aos 69.576,38 pontos, maior nível desde 19 de janeiro, com giro de R$ 10,008 bilhões - o maior do ano.

O superávit de recursos estrangeiros em março resulta de compras de R$ 13,183 bilhões e vendas de R$ 11,685 bilhões. No acumulado de 2010, há um déficit de capital externo de R$ 1,855 bilhão.
























11/03/2010 11:40  Bolsas de NY abrem em baixa de olho na China

As principais bolsas norte-americanas abriram em baixa nesta quinta-feira, influenciadas pela queda menor do que a esperada dos novos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada e preocupações com a possibilidade de a China apertar a política monetária. A inesperada queda no déficit comercial dos EUA em janeiro ficou em segundo plano. Às 11h35 (de Brasília), o índice Dow Jones recuava 0,18%, o Nasdaq caía 0,36% e o S&P 500 registrava baixa de 0,24%.

Papéis de empresas do setor de matérias-primas devem ficar em foco, diante dos indicadores chineses divulgados, mostrando que a economia segue aquecida, o que justificaria uma atuação do governo para conter os efeitos adversos da expansão, como a inflação. O índice de preços ao consumidor (CPI) da China subiu 2,7% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, acima da estimativa dos economistas, de alta de 2,4%. Em janeiro, o avanço foi de 1,5%.

O governo chinês informou também que nos dois primeiros meses do ano, a produção industrial registrou expansão de 20,7% em relação ao mesmo período de 2009, superando a elevação de 18,5% em dezembro e a previsão de alta de 19,5% de oito economistas ouvidos pela Dow Jones.

Nos EUA, o Departamento de Trabalho anunciou que o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 6 mil, para 462 mil, abaixo da previsão dos economistas de queda de 9 mil pedidos.

Já o déficit comercial inesperadamente diminuiu em janeiro e ficou em US$ 37,29 bilhões, uma queda de 6,6% em comparação com dezembro. O déficit de dezembro foi revisado para US$ 39,90 bilhões, de US$ 40,18 bilhões originalmente informado. Analistas de Wall Street esperavam déficit de US$ 41 bilhões em janeiro. As informações são da Dow Jones.
























11/03/2010 11:33  Bovespa abre perto da estabilidade com dados da China

A aceleração da inflação na China, combinada com a atividade mais aquecida, alimenta o receio de aumento de juros no país, o que poderia provocar um esfriamento na demanda por matérias-primas. É isso o que motiva a queda nas Bolsas e nas commodities no exterior. No Brasil, após dois pregões de alta, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o dia perto da estabilidade. Às 11h29, o índice Bovespa (Ibovespa) caía 0,09%, aos 69.915 pontos.

A retração de 0,20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2009 veio dentro do esperado. No quarto trimestre, o PIB do Brasil cresceu 2% ante o terceiro trimestre, também de acordo com as estimativas. A surpresa da manhã no mercado financeiro doméstico é o crescimento forte das vendas no varejo em janeiro, de 2,7%, em relação a dezembro, superando as projeções dos analistas. Na comparação com o mesmo mês de 2009, as vendas do varejo aumentaram 10,40% em janeiro.

O número das vendas no varejo pode trazer impactos positivos para os preços dos papéis de empresas ligadas ao consumo. A expansão maior que o previsto também está levando parte das apostas no mercado de juros para um aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia) já na semana que vem. Isso pode vir a ter algum efeito nas ações do setor bancário.

No entanto, os dados chineses renovaram os temores de aperto monetário em breve. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 2,7% em fevereiro, ante o mesmo mês de 2009. Em janeiro, o índice havia sido de 1,5%. Já o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 5,4% na mesma base de comparação, também acima do avanço de janeiro, de 4,3%.

A produção industrial chinesa cresceu 12,8% em fevereiro, em comparação com o mesmo mês de 2009. Durante os dois primeiros meses do ano, a produção industrial aumentou 20,7% ante igual período de 2009, superando os 18,5% de dezembro. Já as vendas no varejo cresceram 17,9% em janeiro e fevereiro na China, comparado ao mesmo período do ano passado.

Na Bovespa, as ações da Vale devem sofrer hoje não apenas o efeito das commodities pressionadas, mas também o da notícia de que abandonou as negociações com a China sobre o preço de referência anual para o minério de ferro, segundo o jornal chinês National Business Daily. Citando uma fonte não identificada da Hebei Iron and Steel Group, a maior siderúrgica chinesa, a reportagem afirmou que a Vale não aceitou a proposta oferecida pelos chineses.

No caso de Petrobras, com a aprovação pela Câmara da proposta de divisão igualitária entre Estados e municípios de royalties do petróleo, "foi removido mais um empecilho na direção de se fechar um projeto bem definido para o pré-sal", destacou uma fonte. Apesar da ameaça de veto pelo presidente Lula, a emenda foi aprovada por 369 votos a favor, 72 contra e duas abstenções. Os quatro projetos que definem o novo marco regulatório serão agora analisados pelo Senado.
























11/03/2010 10:19  Dólar comercial abre em baixa de 0,06%, a R$ 1,77

O dólar comercial abriu o dia em baixa de 0,06%, negociado a R$ 1,77 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,51%, cotada a R$ 1,771. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações estável, a R$ 1,77.

Os analistas não têm mais dúvidas: o aperto monetário na China é uma questão de tempo. Os números divulgados hoje no país confirmam que o ritmo de atividade é forte e a inflação está alta. A reação nos mercados só não é drástica porque o cenário estava previsto e o governo antecipou medidas para conter a liquidez e o crédito.

As atenções com a China se dividem com o Brasil não só por aqui, mas também no exterior. Notícias corporativas positivas referentes a empresas nacionais alavancam as Bolsas internacionais e devem aumentar o já grande interesse dos estrangeiros pelo mercado acionário doméstico.

No mercado de juros, a perspectiva de alta imediata da Selic (a taxa básica de juros) também tende a crescer, com os dados macroeconômicos brasileiros que, se não têm a magnitude chinesa, também não fazem feio. O PIB ficou dentro das expectativas e exatamente na mediana, com retração de 0,2%. Mas as vendas do varejo, tanto em dezembro quanto em janeiro, surpreenderam positivamente. Isso coloca os operadores do mercado de câmbio de olho no fluxo de recursos.

Vale ainda registrar que Portugal divulgou seu Produto Interno Bruto (PIB) hoje e os investidores continuam de olho no Velho Continente. A Grécia também não foi esquecida. Alguns analistas comentam que a emissão soberana do país, prevista para este mês, de 10 bilhões de euros, pode começar a retrair os fluxos para os países emergentes, com investidores fazendo caixa para participar da operação.
























11/03/2010 07:53  Bolsas asiáticas fecham sem sinal definido

Os mercados da Ásia não apresentaram tendência definida nesta quinta-feira. Parte deles fechou estável, enquanto outros reagiram negativamente à divulgação dos resultados da inflação de fevereiro na China. Em algumas bolsas, também tiveram influência os fatores internos e a ligeira alta em Wall Street.

A Bolsa de Hong Kong apresentou estabilidade. O índice Hang Seng ganhou 19,91 pontos, ou 0,09%, e terminou aos 21.228,20 pontos.

Nas Bolsas da China, também predominou a estabilidade. O aumento da taxa de inflação renovou as preocupações sobre novas medidas de aperto monetário, cortando os ganhos derivados da demanda por blue chips. O índice Xangai Composto ganhou 0,1% e encerrou aos 3.051,28 pontos. Já o índice Shenzhen Composto caiu 0,1% e terminou aos 1.163,46 pontos.

O yuan apresentou ligeira desvalorização em relação ao dólar, por conta das expectativas de que o câmbio irá permanecer estável no curto prazo, apesar de a inflação na China ter sido maior do que o esperado. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8266 yuans, de 6,8259 yuans do fechamento de quarta-feira.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou queda, influenciada pelos números da inflação chinesa. O índice Taiwan Weighted baixou 0,4% e encerrou aos 7.749,66 pontos.

Na Coreia do Sul, a divulgação do índice de inflação da China também reavivou o temor de novas medidas de aperto monetário por parte de Pequim. O índice Kospi baixou 0,3% e fechou aos 1.656,62 pontos.

Na Austrália, a inflação da China se somou à divulgação de dados domésticos sobre o nível de emprego, mais fracos do que o esperado. Com isso, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney recuou da máxima de sete semanas e acabou fechando em queda de 0,12%, aos 4.814,2 pontos.

Nas Filipinas, o índice PSE da Bolsa de Manila avançou 0,2% e fechou aos 3.125,56 pontos.

A Bolsa de Cingapura teve alta modesta uma vez que os investidores permanecem otimistas com o fechamento positivo de Wall Street, mas os negócios oscilaram entre os terrenos positivo e negativo por precaução diante de mais medidas de aperto na China depois de divulgação de inflação maior que a esperada. O índice Straits Times subiu 0,4% e fechou aos 2.873,91 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, subiu 0,2% e fechou aos 2.676,52 pontos, com ações de bancos, companhias de recursos naturais liderando a preferência de fundos estrangeiros. Mercado esteve um pouco cauteloso uma vez que os investidores esperam resposta do governo à recomendação do Parlamento para investigação criminal do ministro das Finanças, Sri Mulyani Indrawati, e do vice-presidente Boediono por seu envolvimento no plano de salvamento do Banco Century em 2008.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, ganhou 0,7% e fechou aos 725,95 pontos, pois investidores apostam que protestos de apoiadores de ex-primeiro-ministro serão pacíficos.

O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,5% e fechou aos 1.341,43 pontos, com preocupações sobre a possibilidade de a China vir a adotar novas medidas de aperto financeiro. As informações são da Dow Jones
























11/03/2010 07:34  Tóquio sobe 1% com tecnológicas; Vale influencia

A Bolsa de Tóquio fechou em alta, uma vez que o fortalecimento das bolsas estrangeiras e a desvalorização do iene estabeleceram o cenário para um desempenho positivo, liderado pelas ações da Sony e de outras empresas de tecnologia. O índice Nikkei 225 adicionou 101,03 pontos, ou 1%, e fechou aos 10.664,95 pontos, encerrando na máxima intraday e na maior pontuação da semana até agora.

As expectativas de melhora nos resultados das empresas no próximo ano fiscal também sustentaram as ações, disse um trader de uma corretora japonesa. Diferentemente de alguns mercados asiáticos, a Bolsa de Tóquio não foi muito afetada pela aceleração da inflação na China, cujo índice de preços ao consumidor de fevereiro, divulgado hoje, ficou acima da mediana das expectativas.

A agência de notícias Nikkei informou que a Vale propôs um aumento de mais de 90% para o preço do minério de ferro em suas negociações com as siderúrgicas japonesas. A notícia representou uma faca de dois gumes para ações importantes. As informações são da Dow Jones























   
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