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| | 08/09/2008 | 14:35 | Bolsas européias fecham em alta com ajuda às agências |
| | 08/09/2008 | 14:24 | Petróleo vira e cai com alta do dólar no exterior |
| | 08/09/2008 | 12:01 | Ibovespa desacelera, mas segue em alta |
| | 08/09/2008 | 11:49 | Ações da Fannie Mae e Freddie Mac despencam em NY |
| | 08/09/2008 | 11:43 | Dólar vira e sobe, cotado acima de R$ 1,72 |
| | 08/09/2008 | 10:37 | Bolsas de NY abrem em alta, com socorro a agências |
| | 08/09/2008 | 10:17 | Bolsa sobe mais de 3%, reagindo a pacote nos EUA |
| | 08/09/2008 | 10:04 | Dólar comercial abre em baixa de 0,82% a R$ 1,703 |
| | 08/09/2008 | 08:41 | Bolsas européias sobem com setor financeiro |
| | 08/09/2008 | 08:27 | Petróleo sobe, com notícias sobre furacão Ike |
| | 08/09/2008 | 07:56 | Bovespa tem 1ª entrada de capital externo em setembro |
| | 08/09/2008 | 07:48 | Intervenção dos EUA anima Bolsas da Ásia; HK +4,3% |
| | 08/09/2008 | 07:36 | Copom dita o ritmo da semana |
| | 08/09/2008 | 06:36 | Bolsa de Tóquio sobe 3,4%, puxada pelos bancos |
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| 08/09/2008 14:35 Bolsas européias fecham em alta com ajuda às agências As principais bolsas européias fecharam em forte alta hoje, influenciadas pelo plano de socorro do governo dos Estados Unidos às agências hipotecárias americanas Fannie Mae e Freddie Mac, impulsionando principalmente os papéis de bancos. A Bolsa de Londres subiu 3,92% e fechou a 5.446,30 pontos. As negociações na bolsa londrina passaram a maior parte do dia suspensas por conta de um problema técnico, mas foram restabelecidas pouco antes do encerramento do pregão. Na França, a Bolsa de Paris avançou 3,42%, a 4340,18 pontos. A Bolsa de Frankfurt, na Alemanha, avançou 2,22%, a 6263,74 pontos. "Há uma chance - caso os receios sobre o mercado de hipotecas dos EUA tenham sido contornados - de que este seja o começo do fim dos problemas com a liquidez", disse John Haynes, estrategista sênior para o mercado de ações do Rensburg Sheppards. "Caso a liquidez melhore, o apetite por riscos voltará, e isso será uma coisa boa para o mercado de ações", acrescentou. Os papéis de bancos estavam entre os mais valorizados no mercado europeu. "Isso é o que você poderia esperar, porque o caso Fannie Mae e Freddie Mac era acima de tudo um problema do setor bancário", de acordo com Phillipe Gijsels, estrategista do Fortis Bank. No entanto, a intervenção americana pode não trazer muitas mudanças, segundo Raj Shant, gerente de mercado acionário para a Europa do Newton Investment Management, para quem os bancos continuarão com o processo de recapitalização. "As medidas de ontem melhoram a capacidade de empréstimos do setor bancário? Na verdade, elas não deixam os bancos com mais dinheiro do que ontem", afirmou. Ainda assim, os bancos HBOS e Barclays avançaram 12% em Londres. Em Zurique, o UBS saltou 8,3%, enquanto o Credit Agricole apresentou alta de 8,2% na Europa. Em Paris, o Société Générale ganhou 6,8% e o BNP Paribas subiu 6,7%. No setor automotivo, a fabricante de automóveis francesa Renault avançou 1,5%, apesar da imprensa ter afirmado que a montadora considera suas metas fora de alcance, especialmente na Europa. A Volkswagen, por outro lado, confirmou as expectativas de aumento nas vendas de veículos e no lucro operacional 2008, e subiu 2,6%. Houve um nervosismo evidente no setor aéreo após a americana United Airlines negar a notícia que a companhia havia solicitado falência. As ações das companhias aéreas européias reduziram os avanços da sessão após o rumor. A British Airways subiu 3,3% e a Lufthansa ganhou 3,2%. O fortalecimento das matérias-primas (commodities) também ajudou a impulsionar os preços das empresas de petróleo, gás e mineração e o setor farmacêutico foi o único a operar no vermelho. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2008 14:24 Petróleo vira e cai com alta do dólar no exterior Os contratos futuros de petróleo devolveram os ganhos do início do dia e caíram para território negativo em Londres e Nova York, pressionados pelo vigor do dólar, apesar da ameaça do furacão Ike, que deverá emergir no sul do Golfo do México no final de terça-feira, segundo analistas. O dólar subiu para nova máxima em 11 meses frente ao euro, reduzindo a atração das chamadas moedas commodities aos investidores que buscam fazer hedge dos riscos cambiais. Por volta das 13h35, o euro chegou a cair abaixo de US$ 1,41, para US$ 1,4092. "Olhe para o vigor do dólar. Neste estágio, é isso que está orientando o mercado", disse Nauman Barakat, vice-presidente sênior da Macquarie Futures USA em Nova York. Ao mesmo tempo, a libra estabeleceu nova mínima em dois anos e meio de US$ 1,7529. Contudo, a oferta de petróleo continua sob a ameaça do furacão Ike, que está no rumo para atingir a costa do Texas perto da região de Houston-Galveston neste final de semana, segundo informou o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC). Contudo, as previsões sobre a trajetória de Ike ainda são divergentes. As projeções sobre o deslocamento do olho do furacão nos próximo cinco dias mostram que Ike poderá atingir a costa dos EUA em algum lugar entre a fronteira sul do Texas com o México até o Alabama. Espera-se que o furacão entre no Golfo do México no final de terça-feira. "O Golfo do México é uma área enorme", disse Barakat. "Portanto, (a região) poderá ser totalmente devastada ou pode ser apenas uma tempestade em um copo d'água", acrescentou. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reúne amanhã em Viena para discutir sua política de produção em meio a queda do petróleo de um nível recorde acima de US$ 145,00 por barril no início do julho. Contudo, poucos esperam algum corte na produção do cartel agora. Às 13h59 (de Brasília), na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de petróleo com vencimento em outubro caíam US$ 0,68 (0,64%) para US$ 105,55 por barril. No mesmo horário na ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para outubro recuavam US$ 1,08 (1,04%) para US$ 103,00 por dólar. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2008 12:01 Ibovespa desacelera, mas segue em alta Após subir mais de 3%, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reduziu parte dos ganhos, mas segue em alta, com o mercado brasileiro reagindo positivamente ao socorro de até US$ 200 bilhões anunciado ontem pelo governo dos Estados Unidos às agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. No exterior, as principais bolsas também operam em alta, animadas pela ajuda do governo americano. Por volta das 12 horas (de Brasília), o Ibovespa subia 0,69%, a 52.299 pontos, e registrava um volume financeiro de R$ 1,89 bilhão. Na máxima, o indicador subiu 3,4%. No mesmo horário, o índice Dow Jones avançava 1%, o Nasdaq 100 tinha leve ganhos de 0,09% e o S&P 500 registrava alta de 0,85%. A desaceleração do Ibovespa está relacionado ao comportamento do preços do petróleo no mercado internacional, que também reduziu os ganhos. No horário citado acima, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em outubro subia 0,77% a US$ 107,05 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).
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| 08/09/2008 11:49 Ações da Fannie Mae e Freddie Mac despencam em NY As Bolsas de Nova York operam com altas expressivas hoje, uma vez que o resgate das agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, anunciado ontem pelo governo dos Estados Unidos, incentivou compras de ações no setor financeiro, em meio à esperança de que a ajuda vai conter problemas mais sérios no mercado de hipotecas. Porém, em reação à decisão do governo americano, as ações das duas agências despencavam mais de 70%. Às 11h46 (de Brasília), o índice Dow Jones disparava 2,51%, o Nasdaq avançava 1,05% e o S&P 500 subia 2,14%. No mesmo horário acima, as ações da Freddie Mac caíam 77,25% para US$ 1,16, enquanto as da Fannie perdiam 82,95%, para US$ 1,23, nos menores níveis desde que foram listadas. Ontem, o Departamento de Tesouro americano prometeu injetar até US$ 200 bilhões em capital em cada uma das duas agências para impulsionar suas operações. Com isso, o que eventualmente poderá ser o maior resgate do governo americano na história, deve amenizar os juros hipotecários para os mutuários no curto prazo. A Freddie e a Fannie possuem ou dão garantia a quase metade de toda a dívida hipotecária pendente nos EUA. Mas, a maneira como a decisão afetará a raiz da crise de hipotecas - declínio dos preços de moradias e aumento das taxas de execuções imobiliárias - ainda é incerta. Muitos analistas foram rápidos em alertar que a crise de crédito não acabou por causa do resgate. "Acreditamos que devemos reiterar nossa posição sobre o mercado: é um mercado baixista, não há piso pelo que podemos ver, venda", recomendou Carter Worth, estrategista da Oppenheimer. O estrategista-chefe de investimentos do Merrill Lynch, Richard Bernstein, completou que as "ações do governo continuam a tentar manter o status quo entre as instituições financeiras". As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2008 11:43 Dólar vira e sobe, cotado acima de R$ 1,72 Após uma abertura em baixa, o dólar inverteu o sinal negativo e passou a ser negociado em alta em relação ao real, cotado acima de R$ 1,72. Às 11h41 (de Brasília), o dólar comercial subia 0,23%, cotado a R$ 1,721 no mercado interbancário de câmbio, na taxa máxima do dia até o momento. Na abertura, a moeda americana apresentou baixa de 0,82% a R$ 1,703. No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista subia 0,17%, a R$ 1,721, também na taxa máxima do dia e na direção contrária do sinal apresentado na abertura dos negócios. Até o momento, o Banco Central não interveio no mercado de câmbio, com o anúncio do leilão de compra de dólares.
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| 08/09/2008 10:37 Bolsas de NY abrem em alta, com socorro a agências As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, impulsionadas pelo socorro do governo dos Estados Unidos para evitar uma falência das agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac - que garantem trilhões de dólares em ativos lastreados em hipotecas. A ação do Departamento do Tesouro americano, anunciada ontem, gerou esperanças de que os bancos vão voltar a financiar empréstimos tanto aos consumidores quanto nas operações interbancárias. Às 10h33 (de Brasília), o índice Dow Jones disparava 3,04%, O Nasdaq-100 avançava 2,1% enquanto o S&P-500 subia 2,37%, em linha com os ganhos dos mercados de ações da Ásia e da Europa, em um movimento liderado pelos papéis do setor financeiro. "Com os preços dos imóveis, lucros e capital continuando a deteriorar, a habilidade das agências (Fannie Mae e Freddie Mac) de cumprir sua missão se deteriorou", disse James Lockhart, chefe da Agência Federal de Financiamento Hipotecário (FHFA, na sigla em inglês), que agora vai supervisionar as agências. Fannie e Freddie serão administradas pelo governo americano por tempo indeterminado, com a substituição dos seus respectivos executivos-chefes e a injeção de capital de até US$ 100 bilhões em cada uma para mantê-las solventes. O socorro as agências deu impulso as ações de bancos e companhias seguradoras de hipotecas e bônus no pré-mercado em Wall Street, incluindo as gigantes Ambac Financial Group, com alta de 14,2%, e o Citigroup, com ganhos de 9,91%. Contudo, analistas alertam que a crise de crédito não necessariamente acabou por causa da ação do governo federal dos EUA. "As ações do governo continuam a tentar manter o status quo entre as instituições financeiras", disse Richard Bernstein, estrategista-chefe do Merrill Lynch. Entre outras notícias, as ações da financeira de hipotecas Washington Mutual, uma das mais afetadas pelo aperto no crédito, dispararam quase 20% no pré-mercado, com os investidores reagindo positivamente à saída do executivo-chefe Kerry Killinger. As ações do banco de investimento Lehman Brothers avançavam 8,02% nas transações do pré-mercado, depois do Merrill Lynch ter elevado a recomendação para as suas ações, citando as condições mais favoráveis diante do socorro as agências. O Altria Group, maior empresa mundial do setor de tabaco, anunciou hoje que concordou em pagar US$ 10,4 bilhões pela fabricante de gomas de mascar de tabaco UST Inc. As ações do UST subiram 0,84% no pré-mercado, depois de terem disparado 25% na última sexta-feira (dia 5), em reação as especulações sobre a sua aquisição. As ações Altria registraram ganho de 0,57%. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2008 10:17 Bolsa sobe mais de 3%, reagindo a pacote nos EUA A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em alta hoje, replicando a euforia vivida pelos mercados acionários internacionais, que reagem positivamente ao pacote de socorro às agências hipotecárias americanas Fannie Mae e Freddie Mac. Às 10h14 (de Brasília), o Índice Bovespa disparava 3,18%, a 53.593 pontos, na máxima do dia até o momento. Ontem, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou uma gigantesca injeção de capital - de até US$ 100 bilhões a cada uma das agências - para mantê-las solventes e evitar o colapso do sistema financeiro. Ao eliminar uma fonte de incerteza de curto prazo, o governo americano ajuda a restaurar a confiança nos mercados de crédito e diminuir a aversão ao risco. Porém, analistas afirmam que há dúvidas se esse efeito vai perdurar. O plano de socorro revela, na verdade, a gravidade da crise e é visto como uma medida "dramática", conforme apontam o os jornais Financial Times e The Wall Street Journal. Especialistas observam ainda que os problemas da crise de crédito não acabaram. Mas, por enquanto, não há como fugir dessa euforia. "O dia é de festa. Depois o mercado deve cair na real de novo", afirmou um operador. A previsão é de uma alta forte na Bolsa brasileira hoje, com crescimento do volume de negócios, apoiada na volta dos investidores estrangeiros ao pregão. Ações No exterior, as ações do setor financeiro lideram os ganhos nas bolsas internacionais. Na Europa, onde os ganhos superam facilmente os 3%, os papéis dos bancos suíços UBS e Credit Suisse ganhavam 12% e 10%, respectivamente, enquanto o francês Société Générale avançava 9%. No Brasil, as ações preferenciais (PN) do Bradesco e do Itaú avançavam 4,3% e 4,43%, respectivamente, às 10h10. A alta do petróleo e das matérias-primas (commodities) metálicas superior a 1% é mais um motivo de otimismo para a Bovespa hoje. No mesmo horário, as ações ordinárias (ON) e PN da Petrobras ganhavam 3,46% e 3,01%, respectivamente, enquanto as ações PN classe A (PNA) da Vale tinham alta de 3,52%. Além do petróleo em alta, as ações de Petrobras podem repercutir ainda o discurso de ontem em cadeia de rádio e televisão do presidente Lula, reforçando o papel da Petrobras na "era do pré-sal". Lula disse que a descoberta da camada do pré-sal, localizada abaixo do leito marinho, não seria possível sem a empresa e chamou-a de "nossa querida Petrobras". Ele acrescentou que a política do governo vai no sentido de reforçar a estatal petrolífera. O presidente não deu detalhes sobre qual tipo de reforço tem em mente. No caso da Vale, merece registro a notícia de sábado do jornal The Wall Street Journal, informando que teve acesso a uma carta em que a Vale notificou na semana passada algumas siderúrgicas asiáticas sobre seu plano de impor um aumento adicional de cerca 20% aos preços dos contratos negociados em junho. Segundo a cópia da carta citada pelo periódico, a Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, quer que os preços de seu produto fiquem 86% e 92% acima dos níveis dos contratos de 2007. Os novos preços valeriam para embarques a partir de 1º de setembro, segundo o Journal. Outra notícia do lado corporativo que pode ter influencia pontual no pregão é a de que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o governador de São Paulo, José Serra, teriam chegado a um acordo na última quinta-feira (dia 4) a respeito do futuro da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), segundo a edição de ontem do jornal Folha de S. Paulo. Teria ficado acertado que Serra não privatizará mais a Cesp, mas venderá ações até o limite em que ela se mantenha sob controle estatal. Em troca, Dilma prometeu que o governo federal prorrogará as concessões de duas usinas hidrelétricas da Cesp, Jupiá e Ilha Solteira, responsáveis pela maior parte da receita da estatal. Às 10h15, as ações PN classe B (PNB) da Cesp tinham alta de 0,48%.
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| 08/09/2008 10:04 Dólar comercial abre em baixa de 0,82% a R$ 1,703 O dólar comercial abriu em baixa de 0,82% hoje, cotado a R$ 1,703 no mercado interbancário de câmbio. Na última sexta-feira (dia 5), a moeda americana fechou em leve baixa, de 0,12%, a R$ 1,717. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista caía 0,70%, a R$ 1,706, após abertura em queda de 0,99% a R$ 1,701. A intervenção do Tesouro dos Estados Unidos nas agências hipotecárias americanas Freddie MAC e Fannie Mae anunciada no fim de semana trouxe euforia aos mercados financeiros globais esta manhã. Os movimentos de hoje remontam à época em que os investidores internacionais operavam assumindo riscos, com toda a força nas operações de carregamento (carry trade), que beneficiam o dólar ante o iene e o franco suíço. Com isso, a perspectiva é de que isso permita também uma recuperação das moedas emergentes, entre elas o real. Porém, diante do cenário o enfraquecimento das economias desenvolvidas - sobretudo do Japão e da Europa, contaminadas pela desaceleração da economia americana - especialistas ponderam que o otimismo de hoje tem data para terminar. Ninguém diz quando, mas todos afirmam que o bom humor é de curto prazo. Assim, o impacto nas moedas emergentes pode não ser tão perceptível ou pode até não ocorrer. Depende do que pesará mais: o risco que traz o enfraquecimento das economias desenvolvidas ou a euforia com a intervenção nas gigantes de hipotecas nos EUA.
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| 08/09/2008 08:41 Bolsas européias sobem com setor financeiro As principais bolsas européias operam em alta expressiva na manhã de hoje, com o movimento liderado pelas ações do setor financeiro, em reação à do governo dos Estados Unidos às agências hipotecárias americanas Fannie Mae e Freddie Mac, anunciada este fim de semana, que deve adiar uma deterioração da crise de crédito global. Às 8h34 (de Brasília), a Bolsa de Frankfurt saltava 3,26% e a Bolsa de Paris avançava 4,7%. A Bolsa de Londres está parada por conta de problemas com a conexão ao sistema de negociação. De acordo com o plano revelado ontem, o Departamento do Tesouro dos EUA e a Agência Federal de Finanças Imobiliárias irão comprar títulos lastreados em hipotecas das agências hipotecárias. Além disso, o Departamento do Tesouro poderá destinar até US$ 100 bilhões a cada uma. "Essa estatização do Tesouro não resolve os fatores fundamentais da pior crise de crédito desde os anos 1930, mas deve ajudar a evitar pioras adicionais e pode influenciar positivamente a confiança geral do setor e da economia", disseram analistas do Bank Sarasin. Danny Clarke, analista da Shore Capital, em Londres, saudou a notícia, ponderando que se alguma das agências quebrasse, o impacto nos mercados financeiros globais seria devastador. "A ação também deve ajudar a estabilizar o mercado de hipotecas dos EUA, assegurando liquidez e determinação de preço", acrescentou. Entre os destaques do setor financeiro, os bancos suíços UBS e Credit Suisse ganhavam 12% e 10%, respectivamente, enquanto o francês Société Générale avançava 9%, o Unicredito Italiano subia 6,7% e o alemão Deutsche Bank tinha alta de 7,8%. Fora do setor financeiro, a alta das matérias-primas (commodities) ajuda a impulsionar as ações de petrolíferas e mineradoras, com a gigante de petróleo Eni subindo 1,9%, em Milão. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2008 08:27 Petróleo sobe, com notícias sobre furacão Ike Os contratos futuros de petróleo, negociados no mercado internacional, operam em alta na manhã de hoje, impulsionados pelas notícias de que o furacão Ike deve emergir no Sul do Golfo do México e representar uma ameaça para a infra-estrutura de energia dos Estados Unidos na região. Analistas disseram que parte da alta é alimentada também pela precificação das expectativas dos analistas de que o próximo relatório semanal sobre os níveis dos estoques comerciais americanos, divulgado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) às quartas-feiras, vai mostrar uma acentuada queda nos estoques e na taxa de ocupação das refinarias, como resultado da passagem do furacão Gustav no Golfo do México na semana passada. Também contribui para a alta dos preços, as expectativas com relação a reunião ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que se reúne amanhã em Viena. "Os preços subiram de forma acentuada durante a noite, com os investidores comprando em antecipação aos dados do DOE, a aproximação do poderoso furacão Ike e o encontro dos ministros da Opep amanhã", disse Peter Beutel, presidente da Cameron Hanover. "Embora muitos analistas esperem que o cartel deixe as cotas (de produção) inalteradas, vários ministros vão pedir um corte na produção e poderá haver um movimento para reduzir os níveis oficiais", acrescentou. O foco imediato do mercado, porém, é o furacão Ike, que foi rebaixado esta manhã para a categoria dois - com ventos máximos sustentados ao redor de 165 quilômetros por hora (km/h) - ao atingir a ilha de Cuba. Segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, na sigla em inglês), Ike vai atravessar a parte central de Cuba ainda hoje e deverá emergir no Sudeste do Golfo do México na noite de amanhã. Por volta das 8h30 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em outubro subia 1,22% a US$ 107,53 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Em Londres, o contrato do petróleo tipo Brent com mesmo vencimento avançava 1,04% a US$ 105,17 o barril, na Bolsa Intercontinental (ICE). As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2008 07:56 Bovespa tem 1ª entrada de capital externo em setembro A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou, na quarta-feira da semana passada (dia 3), a primeira entrada de capital externo em setembro, de R$ 138,002 milhões. Com isso, o saldo de investimento estrangeiro no mês passa a ser positivo em R$ 45,258 milhões. Porém, no acumulado do ano, o saldo de recursos externos está negativo em R$ 16,490 bilhões. No mês passado, os estrangeiros retiraram R$ 2,251 bilhões em capital externo. Ao longo de agosto foram apuradas apenas cinco entradas líquidas (entradas menos saídas) de recursos externos: nos dias 6, 19, 20, 27 e 28. O volume de retiradas apresentado em agosto, embora seja considerável, é bem inferior aos recordes históricos atingidos em junho e julho deste ano, quando foram registradas saídas de R$ 7,415 bilhões e R$ 7,626 bilhões, respectivamente.
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| 08/09/2008 07:48 Intervenção dos EUA anima Bolsas da Ásia; HK +4,3% Os mercados asiáticos - à exceção da China - reagiram bem à notícia da intervenção do governo dos Estados Unidos nas gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. Por conta disso, as bolsas da região fecharam em forte alta, recuperando parte das perdas da semana anterior. Este foi o caso de Hong Kong, onde o índice Hang Seng ganhou 860,99 pontos, ou 4,3%, e terminou aos 20.794,27 pontos. Já as Bolsas da China não seguiram a tendência dos demais mercados regionais. O índice Xangai Composto caiu 2,7% e encerrou aos 2.143,42 pontos, o pior fechamento desde 8 de dezembro de 2006. O Shenzhen Composto perdeu 4,1% e terminou aos 583,28 pontos. Os investidores continuaram pessimistas sobre a rentabilidade das empresas e o crescimento econômico, apesar das medidas do governo para tentar conter o excesso de liquidez do mercado. Yuan - A recuperação do dólar ante o euro durante as negociações na Ásia levou o yuan a fechar em baixa em relação à moeda norte-americana, encobrindo os ganhos do dia. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8433 yuans, de 6,8422 yuans na última cotação de sexta-feira. A Bolsa de Taipé, em Taiwan, atingiu a maior alta porcentual diária em mais de 18 anos. Com moderado volume de negociações, o índice Taiwan Weighted ganhou 5,57% e encerrou aos 6.658,69 pontos - em 24 de julho de 1990, o índice subiu 5,61%. Na Coréia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul recuperou a maior parte do que havia perdido na semana passada e fechou com alta de 72,27 pontos, ou 5,2%, aos 1.476,65 pontos. O índice PSE Composto da Bolsa de Manila, nas Filipinas, fechou com alta de apenas 0,1%, aos 2.728,53 pontos. Na Bolsa de Sydney, na Austrália, o índice S&P/ASX 200 avançou 190,4 pontos, ou 3,9%, e fechou aos 5.067,5 pontos. A Bolsa de Cingapura teve a maior alta em uma segunda-feira no ano. O índice Strait Times subiu 4,8% e fechou aos 2.697,49 pontos. Na Indonésia, o índice composto da Bolsa de Jacarta teve alta de 0,8% e fechou aos 2.038 pontos. O mercado tailandês teve forte alta, na esteira dos demais regionais, e impulsionado pelas expectativas de que uma corte forçará o primeiro-ministro Samak Sundaravej a renunciar. O índice SET da Bolsa de Bangcoc subiu 3,1% e fechou aos 665,66 pontos. O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,5% e fechou aos 1.075,93 pontos. As informações são da Dow Jones
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| 08/09/2008 07:36 Copom dita o ritmo da semana Apesar da trégua dos investidores na última sexta-feira (dia 5), depois de cinco dias de intenso nervosismo, o mercado financeiro deve ter uma semana bastante volátil. No mercado doméstico, as atenções estarão voltadas para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), amanhã e quarta-feira. A expectativa majoritária do mercado é de mais uma alta dos juros, hoje em 13% ao ano. A dúvida está na intensidade, se de 0,50 ou de 0,75 ponto porcentual. A turbulência, no entanto, continuará alimentada pelos dados da economia mundial. Além dos Estados Unidos, Europa e Japão também declararam que devem crescer abaixo das estimativas. Portanto, os investidores estarão de olho em números e declarações que possam dar algum sinal do tamanho da desaceleração no mundo. Nos Estados Unidos, amanhã deve ser divulgada a evolução do crédito ao consumidor; na quarta-feira, os estoques americanos de petróleo, e, na sexta-feira (dia 10), o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês). Ainda haverá o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, terça-feira, e do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, na quarta e na quinta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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| 08/09/2008 06:36 Bolsa de Tóquio sobe 3,4%, puxada pelos bancos A Bolsa de Tóquio fechou em forte alta com a cobertura das vendas a descoberto, deflagrada pelo anúncio do plano de resgate das gigantes hipotecárias norte-americanas Fannie Mae e Freddie Mac. O índice Nikkei 225 subiu 412,23 pontos, ou 3,4%, e fechou aos 12.624,46 pontos. Foi o maior ganho em pontos desde 28 de maio e mais do que compensou a queda de 345,43 pontos da última sexta-feira. As ações dos três maiores bancos japoneses lideraram o rali, com ganhos de dois dígitos. As informações são da Dow Jones
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